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:: ESPAÇO
AÉREO
Tivemos reunião no Rio, incialmente
com o Brig. Responsável pela
área e depois uma reunião
de trabalho onde eu (Thomas) sentei
à mesa com mais 8 militares
do DECEA, das mais diversas áreas.
Discutimos vários pontos e
fomos escutados por eles em vários
tópicos. Entre eles o imediato
reínicio da negociação
do Acordo Operacional de Baurú,
que já surtiu o efeito aqui
em SP, elevação do espaço
classe G para o FL145, redução
das TMAs de Bauru e Ribeirão
Preto, reestudo das TMAs classe D
para que sejam menores. Entregamos
nossa proposta de ICA para planadores,
que deverá facilitar nossa
vida com relação a NOTAMs
para campeonatos, operação
de planadores e uso do espaço
aéreo. Teremos nova reunião
no mês de outubro, que deverá
dar continuidade aos itens acima e
vários outros que lá
foram discutidos. Vale salientar que
tive o apoio incondicional do Albrecht,
presidente da ABUL nesta reunião.
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NHAPECAN
A ABVV precisa ter notícias
dos Nhapecans que estão voando,
solicitamos que enviem correspondência,
informando dos problemas e sucessos
da operação deste planador.
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MANUTENÇÃO
Estamos preparando toda a argumentação
para defendermos maior flexibilização
na manutenção de nossas
aeronaves. Precisamos de relatos Estamos
preparando um documento formal a ser
levado ao DAC, em especial ao Brig.
Almeida Prado que substituiu o Renilson
no final de Outubro. O trabalho está
sendo feito em cima de fatos concretos
e estatísticas, gerando um
documento que retrate nossa realidade.
Para isso precisamos saber dos aeroclubes
e sócios proprietários
de planadores e motoplanadores dos
problemas que estão enfrentando.
Solicito então que seja enviado
a ABVV documentos (correspondência,
cópia de fax, etc...) e relatos
de casos reais referentes a manutenção
de planadores, que comprovem as dificuldades
que todos nós estamos passando
junto ao DAC.
É muito importante anexar documentos
que o próprio DAC enviou ao
Aeroclube/Proprietário, recusando
determinada solicitação
ou "reprovando" determinada
manutenção com os xyz
motivos, pois teremos as provas irrefutáveis
que nos ajudarão na argumentação
para mudança de legislação.
Por outro lado, problemas pontuais
apontados pelo SERAC no momento da
IAM, vistoria, também devem
ser relacionaods e enviados para nós,
pois precisamos da argumentação
completa. O Cláudio Junqueira,
está liderando este processo,
compilando os dados recebidos, qualquer
dúvida entrem em contato diretamente
com ele no cajunq@terra.com.br
FROTA BRASILEIRA DE PLANADORES ESTÁ
NO CHÃO !
Temos no Brasil 27 modelos de planadores
homologados, sendo que apenas 15 tem
oficinas para sua manutenção.
Tirando os 2 planadores de fabricação
nacional, KW1 e Nhapecan, todos os
outros 25 modelos de planadores tem
3 ou menos oficinas homologadas para
manutenção. Por outro
lado temos 31 modelos de planadores
classificados como experimentais,
vários já estão
fora de vôo, porém fica
o contraste.
O RAB possui aproximandamente 353
planadores e motoplanadores registrados
(excluindo Ximango). Deste número,
63 são experimentais, e os
restantes 287 são homologados.
Dos homologados, apenas 91 planadores
estão em situação
regular, temos 107 planadores fora
de vôo por problemas de vistoria
ou IAM, vejam o potencial que temos,
de dobrar a frota em vôo !
Temos que obter do DAC uma rápida
mudança na legislação
de manutenção de planadores,
pois mesmo os planadores em vôo
hoje, apenas estão com a situação
“normal” após custos
desnecessários, e trâmites
extremamente burocráticos.
Os restantes 85 planadores tiveram
sua matrícula cancelada antes
de 1995, consideramos que a maioria
realmente está fora de vôo,
mas sempre existem alguns voáveis
nos fundos dos hangares.
:: SECRETARIA
Temos 25 aeroclubes em dia com a anuidade
ABVV, ainda faltam os seguintes aeroclubes
renovarrem sua anuidade: Bebedouro,
Campo Mourão, Chapecó,
Itápolis, Jaciara, Juiz de
Fora, Montenegro, Osório, Rio
do Sul, Rio Negrinho, Uberaba, Videira,
CVV-CTA, Mineiro. A ABVV precisa dos
aeroclubes para continuar brigando
pelos nossos direitos.
::CAMPEONATOS
O Formosa foi um sucesso com presença
de 19 planadores em ambas as classes,
com meteorologia favorável,
apesar da chuva no dia do briefing
inicial.
Parabéns aos pilotos vencedores
da última etapa do campeonato
Brasileiro:
Classe Aberta: 1° Kunath, 2°Egon,
3°Pontes**
Classe Olímpica: 1° Blois,
2° Improta, 3°Renato
Parabéns
também aos pilotos vencedores
do Campeonato Brasileiro de 2003 (soma
dos resultados da última etapa
e das etapas de Formosa ou Palmeira
das Missões):
Classe Aberta: 1° Kunath, 2°Egon,
3°Wolfi
Classe Olímpica: 1° Blois,
2° Improta, 3°Renato
Os planadores da ABVV foram distribuídos
para os pilotos abaixo descritos,
e encontram-se a disposição
de todos associados ABVV, que preenchem
os pré requisitos para voá-los
(vide Manual Esportivo - Sistema de
compeções para detalhes):
Em Bauru:
Discus B1 - Navarro, Discus B2- Junqueira,
PW5 - Improta
Encontra-se em Palmeira das Missões:
B3 - Wolfram Gabler.
No Aeoroclube de Brasília (Luziânia):
Ximango PT-KDD
CAMPEONATOS
2004
Os aeroclubes e/ou organizações
interessadas devem enviar a ABVV sua
proposta para sediar a última
etapa do Campeonato Brasileiro que
será em Outubro de 2004 na
região Sudeste.
Bem como solicitamos aos aeroclubes
interessados em sediar campeonatos
em 2004 enviar correspondência
para ABVV fazendo a reserva das datas,
lembramos que o Presidente da entidade
organizadora deverá assinar
o documento, para evitarmos campeonatos
“virtuais”. Lembramos
que o AC sede do campeonato precisa
estar em dia com ABVV.
Em breve as alterações
vigentes do Manual Esportivo para
esta temporada serão publicadas,
graças a colaboração
do nosso colega Felipe Dantas.
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LIVRO SOBRE PLANADORES
VÔO, VELA, VIDA é um
livro de autoria do associado Antonio
Marinho Jr, lançado recentemente
pela Editora Papel & Virtual.
Seu objetivo é contribuir para
divulgar o vôo à vela
não só para praticantes
de outros esportes aéreos mas
especialmente para leigos em geral,
como pode ser o caso de alguns de
nossos familiares, amigos e conhecidos.
Nele, o autor procura atingir tal
objetivo entremeando poucas e leves
explicações técnicas
com algumas crônicas retratando
o cotidiano do nosso esporte. Seus
textos destacam o papel do vôo
à vela para o conhecimento
de técnicas, lugares e culturas
mas, principalmente, para nosso perfeiçoamento
como seres humanos. O livro está
no site da editora www.papelvirtual.com.br
e pode ser adquirido, via Internet,
em versões digital (R$13,23)
ou impressa (R$ 24,46). Para maiores
quantidades e contatos com o autor:
amarijr@attglobal.net ou marinho@uerj.br
PLANADOR BIPLACE P1
O texto abaixo é de autoria
do Ekki Schubert, maiores detalhes
podem ser obtidos diretamente com
ele.
A
construção aeronáutica
no Brasil é uma atividade bastante
antiga, porém historicamente
pouco significativa. Somente com o
crescimento da EMBRAER é que
este setor da atividade industrial
tomou algum impulso, mesmo assim limitado
a um nicho muito específico
desta indústria. Todo o setor
aero-desportivo tem sido muito pouco
explorado pela indústria nacional,
mesmo sendo este um país ideal
para o uso deste tipo de aeronaves.
Apenas duas iniciativas tiveram ou
têm alguma importância
nesta atividade: a Neiva que construiu
o Paulistinha, os planadores Neiva-B
Monitor e BN-1, e a Aeromot que constrói
o moto-planador Ximango. O resto foi
importado. O vôo a vela era,
nos idos de 1950, a extremidade inferior
da aviação aerodesportiva
e era visto como início de
carreira para jovens que desejavam
ser aeronautas. Com o surgimento das
novas modalidades aerodesportivas,
como ultraleves, asas delta e paragliders,
o vôo a vela passou a ser visto
como um esporte cada vez mais tecnológico,
mesmo por que seu desempenho continua
em franca evolução.
As disciplinas fundamentais na construção
de planadores, estruturas e aerodinâmica,
assim como a sua operação
com equipamentos sofisticados como
transponder, GPS, computador de bordo,
Oxigênio, e chegando aos motoplanadores,
evoluem a cada dia, contribuindo de
forma significativa para o desempenho
e segurança destes, fazendo
com que o vôo a vela seja hoje
uma atividade muito mais próxima
do vôo profissional do que era
há poucas décadas.
No
entanto, toda esta atividade do vôo
a vela carece, não só
no Brasil mas também no mundo,
do elemento básico para sua
evolução: o planador
de instrução, um biplace
duplo comando, moderno e que reflita
o estado da arte desde os primeiros
passos de um aluno. Foi com este pano
de fundo que um grupo de volovelistas
se juntou e deu início ao desenvolvimento
de um biplace, hoje denominado P1.
Tendo chegado a ponto de voar o 1º
protótipo, o P1 precisa agora
alcançar o mercado para realmente
preencher a sua finalidade. Pode-se
dizer, a grosso modo, que o programa
P1 já alcançou mais
de 30% do total de seu desenvolvimento.
Falta agora algum refinamento deste
produto e em seguida a sua homologação,
ou seja, todos os ensaios (estáticos
e em vôo), justificativas e
respectivos relatórios, e finalmente
sua homologação pelo
órgão competente (CTA/IFI/FDH)
para que o P1 possa entrar na fase
de industrialização
e comercialização. É
o planejamento deste refinamento e
a homologação do P1
que está sendo proposto por
este projeto, na fase 1. Uma vez concluída
e aprovada a fase 1, será proposta
a fase 2 para execução
destes trabalhos. Assim, após
conclusão dos trabalhos da
fase 2 e recebendo sua homologação,
o P1 será lançado no
mercado, atingindo o objetivo primário
deste programa.
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AEROCLUBE DE CARUARU
É o único aeroclube
de planadores em pleno funcionamento
em toda região Norte/Nordeste
do Brasil, ou seja no meio deste grande
vazio, praticamente junto a linha
do Equador. Apesar de ter sido fundado
em 1945, apenas neste ano inciaram
a operação de planadores,
com um Nhapecan, um KW-1 e o AB180.
Aeronaves que encontravam-se em Maceió,
abandonadas, com goteira em cima,
etc foram resgatadas por um grupo
de entusiastas que moram em Recife
(apenas 1:30 de rodovia pista dupla,
sem pedágio). O apoio incondicional
dos Pernambucanos foi vital para que
ficassem vários meses revisando
os planadores, antes de colocá-los
de volta em vôo. Pilotos de
Montenegro (RS) foram os impulsionadores
deste novo movimento volovelista em
Caruaru, todos moradores de Recife.
A todos que tiverem interesse em voar
em Caruaru, ou se estiverem de férias
no Pernambuco, entrem em contato com
o Ângelo, que terá o
maior prazer em recebê-los :
angelo@mdbrasil.com.br. A região
tem um bom potencial de vôo
pois fica na divisão da zona
da mata com o sertão Pernambucano,
constatei várias elevações
significativas na região, e
um clima muito seco. Por outro lado
a navegação deve ser
feita de forma bem cuidadosa, pois
as opções de pouso fora
não são muitas.
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CURTAS:
Campeonato Argentino em Otto Ballod,
de 18 a 28 de Janeiro de 2004 www.favav.com.ar
Este ano 3 planadores foram ao Nordeste,
quem sabe teremos maior presença
em 2004
Vocês sabiam que um motoplanador
Silent próximo a Jundiaí
pousou fora porque a bateria estava
fraca e não ergueu o motor
?
E que outro motoplanador, desta vez
um Ximango, pousou fora também
pelo mesmo motivo, e no dia seguinte
decolou do arado !!!
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